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Mostrando postagens de Dezembro, 2016

Servidores municipais de São Vicente exigem abertura de diálogo com novo prefeito Pedro Gouvêa

Servidores municipais de São Vicente realizaram ato nesta manhã de quarta-feira (28) em frente a prefeitura de São Vicente para reivindicar salários e benefícios atrasados. De acordo com os servidores os pagamentos têm sido realizados de modo escalonado após negociação realizada no final do ano passado entre a prefeitura e o sindicato, entretanto, diversos atrasos ocorreram, inclusive, dos escalonamentos. Além de todos os atrasos, até o momento a maior parte dos servidores ainda não recebeu o décimo terceiro, portanto, foi decidido em assembleia a paralisação parcial dos serviços para pressionar - no mínimo - uma posição da nova administração que assumirá em 2017, e que durante o processo de transição (que vem acontecendo) não convidou o sindicato e os servidores para um diálogo - de modo que possam pensar conjuntamente numa resolução para o problema que arrastou-se nos últimos quatro anos, frisando que, foi compromisso de campanha do novo prefeito Pedro Gouvêa (PMDB) a prioridade no…

GCM de Santo André mata jovem de 15 anos e fotos são expostas em rede social

No dia 06 de janeiro deste ano um jovem de 15 anos foi assassinado pela GCM (Guarda Civil Municipal) na Vila Suíça em Santo André, segundo informações publicadas no Diário do Grande ABC: "Uma viatura da Guarda patrulhava a Rua Titan quando avistou avistou três homens correndo, sendo que um deles levava um pacote envolto com a camiseta. Dois foram em direção a Avenida Queirós Filho e fugiram. O jovem entrou em uma viela e começou a se esconder entre as casas. Conforme a GCM, os moradores indicaram onde ele estava, quando foram recebidos por tiros. Nesse momento, o rapaz foi atingido pelos disparos. O resgate foi até o local, mas o adolescente morreu na hora. Junto com ele estava um revólver calibre 32 com numeração raspada e cinco cartuchos, sendo um deflagrado. Ao vistoriar a viela a GCM encontrou uma sacola com entorpecentes. O caso foi registrado na Delegacia de Homicídios de Santo André".

Outra versão e a exposição na internet

De acordo com Clarice Vieira da Silva, mãe…

Mães Mogianas realizam ato no centro da cidade e exigem justiça.

O movimento social Mães Mogianas, formado por mães que perderam seus filhos assassinados pela Polícia Militar entre os anos de 2013, 2014 e 2015, realizaram neste último sábado (17/12) no largo do Rosário, centro de Mogi das Cruzes, um ato em memória aos seus filhos. Durante o ato as mães reivindicaram que a Justiça investigue com mais vigor e agilidade, pois segundo elas, a apuração dos processos caminha de forma lenta, alguns casos ainda nem seguiram para o Fórum, isto é, continuam na Delegacia de Homicídios, e até o momento apenas dois policiais estão detidos, porém, não foram para julgamento, o que denota que há qualquer momento eles podem ser soltos. 
Dois policiais foram afastados da corporação e estão sob prisão até o julgamento. Os policiais são: Fernando Cardoso Prado de Oliveira, de 30 anos, indiciado em quatro ataques entre novembro de 2013 e julho de 2015, e Vanderlei Messias Barros, de 37 anos, indiciado de participação de assassinatos de setembro de 2014 e julho de 2015…

Hip Hop no Perequê, Guarujá, no dia Internacional dos Direitos Humanos. Mães de Maio

No dia 10 de dezembro de 2016 ocorreu no bairro do Perequê, Guarujá, litoral norte de São Paulo uma atividade de hip hop em comemoração ao dia Internacional dos Direitos Humanos. O objetivo desta atividade era denunciar as violações de direitos ocorridas na cidade do Guarujá, especificamente no Perequê, mas também no país inteiro. Atualmente no Brasil cerca de 60 mil jovens são assassinados por ano, de acordo com dados da Anistia Internacional, em sua maioria jovens pretos e moradores de periferia. 
Segundo diversos estudos e denúncias de organizações sociais existe um processo de genocídio escancarado ocorrendo e a Justiça brasileira fecha os olhos, e o mais gritante é que a maioria desses crimes cometidos possuem o envolvimento da Polícia Militar - direta ou indiretamente - e não são poucos os casos de barbárie; torturas e assassinatos. Nem mesmo a mídia oficial consegue esconder e, no entanto, a única resposta que mães e familiares de vitimas recebem: é o silêncio. Portanto, a om…

lançamento do livro: "Mães em Luta: 10 anos dos crimes de maio de 2006",

Aconteceu no dia 17 de outubro de 2016 no campus de direito da USP (Universidade de São Paulo) o lançamento do livro "Mães em Luta: 10 anos dos crimes de maio de 2006", o livro narra a história de mães que perderam seu filhos assassinados por grupos paramilitares no ano de 2006 em retaliação aos ataques da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital). Neste livro constam algumas das muitas histórias trágicas de mães que apesar da dor se ergueram e resolveram lutar por justiça, mesmo sendo ignoradas pelo Estado que até hoje não deu uma resposta sobre os crimes. 
Estiveram presentes diversos movimentos sociais; de estudantes, comunicadores, poetas, preto e militantes de direitos humanos. Durante a atividade que foi desenvolvida no auditório da universidade várias falas foram feitas por diversas mães e familiares denunciando o extermínio da juventude preta. O caso dos cinco jovens assassinados recentemente da Zona Leste de São Paulo também foi lembrado.

Segundo as Mães d…

Corregedor diz não ser possível apurar as denúncias de espancamentos na Casa Feminina Parada de Taipas (antiga Febem)

No dia 16 de novembro de 2016 uma matéria da Ponte Jornalismo denunciou atos de tortura e maus-tratos acontecendo dentro da Casa Feminina Parada de Taipas (antiga Febem) na zona norte de São Paulo que funciona dentro de uma unidade da Fundação CASA, e é destinada para jovens em cumprimento de medidas socioeducativas. No dia seguinte durante uma atividade no campus de direito da USP (Universidade de São Paulo) durante lançamento do livro "Mães em Luta: 10 anos dos crimes de maio de 2006", a mãe de uma jovem que cumpre pena em Taipas relatou para cerca de trezentas pessoas no auditório da faculdade que desde o dia 11 de novembro de 2016, após intervenção realizada pelos funcionários que espancamentos e torturas deflagraram-se na unidade. (Assista o vídeo aqui) A denúncia chegou ao Ministério Público que prontamente abriu investigação. No entanto, quase um mês depois a Fundação concluiu que não houve nenhum tipo de agressão. Portanto, o caso será arquivado. O que está gerando …