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Mostrando postagens de Junho, 2013

E derrepente

E derrepente não havia mais nada em ti que eu quisesse amar
E derrepente toda aquela euforia se calou em meu peito, 
ao te ver  vil, cruel e impiedosa
Igual a tudo que não quero, igual a tudo que desprezo

E derrepente já não sabia como te olhar 
e profundamente não te odiar, 
por rasgar tanto amor dedicado,
por hostilizar tantos suores e dores de anos conquistados
E assim, tudo ficou escuro e virou crime de liberdade

Resistência ignorada, por quê?
Eu tento entender tua inocência 
Relegada a caminhar um compasso de passos tortos

Ufanismo idiota, você se tornou  um monstro, 
uma devoradora de inocentes e de si mesma
Capitaneada pelos porcos você virou a lavagem

E vai morrer decomposta por sua própria inércia

A quadrilha da tarifa

João convidou Teresa que convidou Raimundo
que convidou Maria que convidou Joaquim que convidou Lili
que convidou alguém.

João foi para as ruas, Teresa também,
Raimundo enfrentou a PM, Maria foi presa,
Joaquim a libertou e Lili disse; amanhã vai ser maior!
E no final eram doze mil fazendo história