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Mostrando postagens de Julho, 2011

Da vida morta

Dialogando com minhas ideias Penso sobre o mundo Encaro dores E pondero diante de tanta indiferença
Revolto-me Diante da vida calada Esmagada Imposta
Utopia me sustenta Mas me angústia A normatização do status quo
Da vida morta Que querem nos naturalizar Da vida morta Que querem nos fazer crer
Mentiras Reformas Altruísmos E tudo é veneno
Tamanha violência Que paira Não é fruto do acaso
Em nome da mais-valia Não se olha nos olhos Não se toca nas mãos Inércia generalizada
A lógica de viver Não tem sentido Há de ser combatida
Gente não é mercadoria Gente não é coisa morta

Sem fel

Hoje quero ser tua casca Tua caça Lua nova Renovação
Ofereço-me sem ismos Sem apegos Dor Ou ilusão
Que os dias passem Devagar Sem preocupação
Em folhas de papel Desenhar o amor E oferecer o mel Sem fel
Assim Pra ti Amar
E declarar feriado Cada eterno segundo Que passa