Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens de Outubro, 2010

Morrer em holocausto

Quero ser um frango de macumba Esquecido na encruzilhada E assim... Morrer
E apodrecer Ao lado de uma garrafa de pinga Feito isso Entrego meu corpo aos urubus
Que me estralhacem Que me partam em pedaços E que se matem
Numa guerra violenta Por partes decompostas De carniça
Pense?
Neste asfalto quente O dia insiste em nascer E mais uma vez, um dia de bosta!
Onde formiguinhas operárias Se apressam Se benzem Se fodem!
E nunca Nunca!!! Se questionam
Eu não! Quero ser frango de macumba Morrer em holocausto Ao lado de uma garrafa de pinga
Se possível antes do amanhecer Pois... Sou criatura boêmia da noite

Liberdade de imprensa ou de empresa?

A liberdade de imprensa está morta! O que existe é a liberdade de empresa. Logo, estamos todos mortos!
Quem tem acompanhado o noticiário nos últimos tempos pôde perceber como se tem discutido sobre liberdade de imprensa no Brasil. As eleições por exemplo: tem impulsionada está discussão, o governo a todo momento tem sido acusado de atos de censura. Quem não se lembra do caso dos humoristas que não podiam fazer uma piadinha com os candidatos. Neste caso, a censura caiu por terra. Mas vale lembrar, que alguns jornalistas que ousaram perguntar, escrever também caíram, Heródoto Barbeiro da TV Cultura foi para a geladeira depois de no programa Roda Viva insistir em perguntar ao candidato José Serra sobre os pedágios. Recentemente Maria Rita Kelh da Folha de São Paulo foi demitida por escrever um texto em que dizia que o povo assistido pelo bolsa familia não era tão burro quanto a elite pensava. Neste caso, era óbvio! Afinal, a Folha de São Paulo havia declarada publicamente apoiar o Tucano …

Morrer não perdoa

Eu morro um pouco a cada dia Cada hora, cada momento Em meu íntimo amargo e solitário
Morrer São lágrimas vazias Estrangulam pouco a pouco
Ninguém explica Ninguém entende Força que vença Fé que aguente
Morrer... É lâmina Sem avisar, rasga Inevitavelmente cruel Sempre cruel
Morrer É infinita dor Dilacera e não sangra Desgraça pra quem fica Ou para quem muito ou pouco sonhou E num dia qualquer Partiu
Morrer é partir Sem adeus, sem permissão Ritual triste, frio...  Mármore
Morrer são versos fúnebres De um poema sem rima
Sem cadência Sem poética Sem utopias
Morrer machuca E sem aviso prévio Termina

Reflexão e Ação discute o fenômeno Tiririca

Pior do que está não fica! Como previsto, um milhão trezentos e poucos votos, confirmando a política do pão e do circo. Seus projetos segundo ele: “só coisa boa!” Com isso o palhacinho mais querido do país desbancou o Ronald e se tornou o Deputado Federal mais votado do Brasil.
Leia mais sobre o fenômeno Tiririca em rádio da juventude